Quando sonhamos com algo, temos a sensação que facilmente podemos transformá-lo em realidade. Pois bem, na prática não é bem assim. Com o passar dos anos, temos a tendência natural de nos enraizarmos entre milhares de compromissos, tarefas e relacionamentos. Passamos a viver para os outros. Alguém já me disse que na sociedade atual, as pessoas gastam o dinheiro que não tem para comprar aquilo de que não precisam para mostrar a quem não conhecem.
Por isso as vezes, pelo menos uma vez, precisamos sair desse círculo social em que nos metemos e procurar pelo real sentido de nossas vidas.
Uma dessas maneiras é viajando. Uma viagem espiritual. Um viagem para dentro de nós mesmos. Uma viagem em que vamos testar nossos limites como seres humanos. Nossa capacidade de nos comunicarmos com pessoas diferentes em lugares diferentes e em situações muito diferentes daquela em que estamos acostumados.
Quando saímos de nossa zona de conforto e encaramos nossos limites estamos crescendo como seres humanos e dessa maneira dando sentido a nossa existência.
Quando me perguntam qual o meu maior medo, a resposta salta instantaneamente: o medo de não partir!
Mas esse risco acho que já não corro!
Mundo novo
O mais inacreditável nisso tudo, além é claro da percepção do quão fugaz e breve é nossa vida, são as mudanças acontecidas nesse intervalo.
A começar pela interface com que me comunico com vocês. Esses aparelhos fantásticos, criados pelo gênio da informática de sobrenome trabalho.
A perspectiva de nossa casa mudou a própria. O sentimento que os recursos nela contidos são esgotáveis, fizeram-nos perceber que precisamos poupá-los, sob pena de sacrificarmos as próximas gerações.
Apesar de efetivamente não fazermos nada relevante, o simples fato de estarmos pensando e nos preocupando a respeito, já é por si só um primeiro passo na busca de uma mudança de atitude que nos leve a um modo de vida sustentável.
Cartwright - Prudhoe Bay - Ushuaia
As três esquinas das Américas simbolizam as conquistas humanas ao longo do tempo, diante de enormes adversidades climáticas e geográficas, na busca de terras férteis e prósperas onde pudessem se estabelecer, criar vínculos, constituir sociedades, crenças e valores.
Na verdade essas pequenas cidades delimitam todo o imenso território americano conquistado pelo homem ao longo de sua odisséia de descobertas.
Cultura inca, império Maia , tribos esquimós, até os fueguinos, soberanos habitantes da terra do fogo.